Este grafite, em forma de ponta de lança, foi feito num muro de uma
propriedade privada em Ermesinde, Portugal. À semelhança de uma lança que pode
penetrar num objeto, o autor desta escrita gladiada anónima pretende atingir,
crítica ou ironicamente, o adversário. A sua grande capacidade de observação
torna-o capaz de desmascarar intrigas.
Podemos interrogar-nos sobre os alvos a atingir com este grafite. Os proprietários
do imóvel? Os políticos? A revolta interior contra alguém indeterminado? A própria ação de grafitar exprime já um sentimento de
inconformismo e de vingança. Não foi, com certeza, pelo simples prazer da
escrita que o “grafiteiro” escolheu um muro rugoso para expressar os seus
sentimentos, gastando tinta e tempo. Outras expressões escritas, provavelmente,
pelo mesmo autor, que foram encontradas noutros locais, apresentam idênticas
formas decrescentes.
Se repararmos mais em pormenor, verificamos
que, afinal, na mesma palavra “MALDITOS” surgem não uma, mas duas séries de
letras decrescentes ou gladiadas. A primeira abrange as quatro primeiras letras MALD e a
segunda, as últimas quatro ITOS.
A primeira letra “M” antecipa já as formas
ensiformes que se seguirão, apresentando a primeira perna maior do que a
segunda.
Desconhece-se o género, a idade, a profissão e
as habilitações literárias do escrevente. Sob este grafismo de aspeto simples,
lento, desalinhado, desligado e com pressão desigual, pode esconder-se alguém
com uma mente acutilante e que domine bem a escrita.
Sobressai a exagerada acentuação da sílaba
tónica, especialmente a vogal “I”, para realçar o significado do termo “MALDITOS”. A pinta pesada e em forma de
acento tenderá a expressar inconscientemente o grito de revolta.
A palavra original tem, aproximadamente, um
metro de comprimento, dimensão não muito extensa, mas suficiente para transmitir
o desagrado físico ou mental de um indivíduo que preferiu manter o anonimato.
Este grafite, em forma de ponta de lança, foi feito num muro de uma
propriedade privada em Ermesinde, Portugal. À semelhança de uma lança que pode
penetrar num objeto, o autor desta escrita gladiada anónima pretende atingir,
crítica ou ironicamente, o adversário. A sua grande capacidade de observação
torna-o capaz de desmascarar intrigas.
Podemos interrogar-nos sobre os alvos a atingir com este grafite. Os proprietários do imóvel? Os políticos? A revolta interior contra alguém indeterminado? A própria ação de grafitar exprime já um sentimento de inconformismo e de vingança. Não foi, com certeza, pelo simples prazer da escrita que o “grafiteiro” escolheu um muro rugoso para expressar os seus sentimentos, gastando tinta e tempo. Outras expressões escritas, provavelmente, pelo mesmo autor, que foram encontradas noutros locais, apresentam idênticas formas decrescentes.
Podemos interrogar-nos sobre os alvos a atingir com este grafite. Os proprietários do imóvel? Os políticos? A revolta interior contra alguém indeterminado? A própria ação de grafitar exprime já um sentimento de inconformismo e de vingança. Não foi, com certeza, pelo simples prazer da escrita que o “grafiteiro” escolheu um muro rugoso para expressar os seus sentimentos, gastando tinta e tempo. Outras expressões escritas, provavelmente, pelo mesmo autor, que foram encontradas noutros locais, apresentam idênticas formas decrescentes.
Se repararmos mais em pormenor, verificamos
que, afinal, na mesma palavra “MALDITOS” surgem não uma, mas duas séries de
letras decrescentes ou gladiadas. A primeira abrange as quatro primeiras letras MALD e a
segunda, as últimas quatro ITOS.
A primeira letra “M” antecipa já as formas
ensiformes que se seguirão, apresentando a primeira perna maior do que a
segunda.
Desconhece-se o género, a idade, a profissão e
as habilitações literárias do escrevente. Sob este grafismo de aspeto simples,
lento, desalinhado, desligado e com pressão desigual, pode esconder-se alguém
com uma mente acutilante e que domine bem a escrita.
Sobressai a exagerada acentuação da sílaba
tónica, especialmente a vogal “I”, para realçar o significado do termo “MALDITOS”. A pinta pesada e em forma de
acento tenderá a expressar inconscientemente o grito de revolta.
A palavra original tem, aproximadamente, um
metro de comprimento, dimensão não muito extensa, mas suficiente para transmitir
o desagrado físico ou mental de um indivíduo que preferiu manter o anonimato. Este grafite, em forma de ponta de lança, foi feito num muro de uma
propriedade privada em Ermesinde, Portugal. À semelhança de uma lança que pode
penetrar num objeto, o autor desta escrita gladiada anónima pretende atingir,
crítica ou ironicamente, o adversário. A sua grande capacidade de observação
torna-o capaz de desmascarar intrigas.
Podemos interrogar-nos sobre os alvos a atingir com este grafite. Os proprietários
do imóvel? Os políticos? A revolta interior contra alguém indeterminado? A própria ação de grafitar exprime já um sentimento de
inconformismo e de vingança. Não foi, com certeza, pelo simples prazer da
escrita que o “grafiteiro” escolheu um muro rugoso para expressar os seus
sentimentos, gastando tinta e tempo. Outras expressões escritas, provavelmente,
pelo mesmo autor, que foram encontradas noutros locais, apresentam idênticas
formas decrescentes.
Se repararmos mais em pormenor, verificamos
que, afinal, na mesma palavra “MALDITOS” surgem não uma, mas duas séries de
letras decrescentes ou gladiadas. A primeira abrange as quatro primeiras letras MALD e a
segunda, as últimas quatro ITOS.
A primeira letra “M” antecipa já as formas
ensiformes que se seguirão, apresentando a primeira perna maior do que a
segunda.
Desconhece-se o género, a idade, a profissão e
as habilitações literárias do escrevente. Sob este grafismo de aspeto simples,
lento, desalinhado, desligado e com pressão desigual, pode esconder-se alguém
com uma mente acutilante e que domine bem a escrita.
Sobressai a exagerada acentuação da sílaba
tónica, especialmente a vogal “I”, para realçar o significado do termo “MALDITOS”. A pinta pesada e em forma de
acento tenderá a expressar inconscientemente o grito de revolta.
A palavra original tem, aproximadamente, um
metro de comprimento, dimensão não muito extensa, mas suficiente para transmitir
o desagrado físico ou mental de um indivíduo que preferiu manter o anonimato.
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