09/02/10

Grafologia na Universidade Autónoma de Barcelona

Casa de Cavalescència, onde funciona o Curso de Grafologia
O que encontrei na minha ida à primeira aula prática (clase práctica) de pós-graduação em Perícia Caligráfica Judicial?
Uma cidade monumental aberta à cultura, um edifício histórico – Casa de Convalescència – , uma sala repleta de alunos de três gerações e de diferentes nacionalidades, dois docentes e investigadores na área de grafologia criminal.

Uma recepção calorosa, um ambiente aberto e acolhedor, uma redução da cadência rítmica do hablar castelhano para que o descendente dos lusitanos pudesse compreender melhor e, no final, uma foto para recordar.

Aqui a grafologia tem estatuto de ciência, nomeadamente, nas especialidades de perícia caligráfica judicial, peritagem grafopsicológica e criminalística.

Aplicando um método predominantemente grafonómico, secundado pela utilização de técnicas e instrumentos específicos, com grande rigor e profunda humildade, os alunos treinam-se a separar a verdade da falsidade, os documentos autênticos dos falsos.

Aprende-se a inferir a teoria a partir da prática, considerando a escrita como um processo dinâmico e não como um produto estático.

Atende-se a parâmetros contextualizados mais individualizantes do que a forma, como sejam a pressão, o ritmo e a velocidade.

Tendo em conta que cada grafismo é produto dum acto mental antecipador que o singulariza, a relação entre produtor e produto é tão intensa e íntima que nos permite conhecer a personalidade do escritor através da sua escrita ou identificar uma escrita com base no conhecimento prévio dum escritor.

1 comentário:

Anónimo disse...

Enhorabuena Alfonso!Me gusta leer que nuestros hermanos han sido muy calorosos con su português!

Te deseo mucha suerte en tu vida de graphologo criminal

Hasta luego