15/11/09

Mestrado em grafologia

Faculdade de Ciências da Formação de Turim
Na Universidade de Turim, Itália, vai funcionar, no corrente ano lectivo de 2009-2010, o primeiro Mestrado em Consultoria Grafológica para a idade desenvolvimento. Surgiu dum protocolo assinado entre a Faculdade de Ciências da Formação, a Faculdade de Psicologia e a Associação Grafológica Italiana.

Pedagogos, psicólogos e grafólogos estão preocupados com a perda do hábito da escrita manual que está a provocar problemas de aprendizagem e outras perturbações assinaladas pelos professores, especialmente no 1º ciclo.

Ao Mestrado podem candidatar-se licenciados em Psicologia, em Pedagogia e noutras ciências afins. O mestrando adquirirá as competências específicas para observar e interpretar a estrutura e psicodinâmica da actividade gráfica de crianças e de adolescentes.

Descortinando sinais de alarme e outras situações problemáticas, o grafólogo, juntamente com o psicólogo, o médico e o professor, envolvendo o encarregado de educação, intervirão no desenvolvimento integral e harmonioso da personalidade do aluno.

Esta nova especialização no domínio da grafologia trará, com certeza, grandes benefícios para as novas gerações que, ao serem apoiadas na evolução da escrita manual, serão capazes de traduzir, com maior eficácia, o pensamento em unidades semânticas.
Para mais informações contactar www.a-g-i.it - Associazione Grafologica Italiana.

3 comentários:

Lucia Carvalho disse...

Parece-me um mestrado deveras interessante!Espero que Portugal evolua exponencialmente nesta temática!Aí o Afonso estará nas suas 7 quintas!!;))

afonso disse...

Estimada Lucia,

Não estou a ver que é, mas agradeço igualmente o seu comentário. Provavelmente interessada também pela grafologia.
Eu não vou para este mestrado porque já me matriculei este ano
na Universidade de Barcelona numa pós-graduação em peritagem grafológica.
A Espanha é outro país que neste ramo dá cartas a Portugal.

Rapha3 disse...

Ainda bem, que a Grafologia está já a ter o apoio de algumas univerdidades da Europeias, esperamos que seja uma ciência que venha a ter pernas para andar sem precisar de muletas.Mas com as novas tecnologias em crescimento contínuo e ligadas à computadorização, os trabalhos manuscritos serão cada vez menos. Isso irá causar mais dificuldades de análise ao grafologista, porque espaço analítico tornar-se-à mais exíguo.
Creio que esse desenvolvimento tecnológico aliado à alta robotização, isso no futuro irá fazer com que o nosso pensamento seja suficiente para accionar a máquina. Bastará o nosso olhar e pensar para que o computador escreva tudo que se quiser sem qualquer intervenção física do homem. As assinaturas serão os únicos manuscritos objectos de analises.
Rafael