05/07/09

Evolução da velocidade escrita na idade escolar

Apresento, em primeira mão, uma súmula dos resultados da pesquisa sobre a velocidade da escrita desde o 1º ao 12º ano de escolaridade, que levei acabo ao longo dos três últimos anos. Realizei mais de 2000 testes a alunos desde os seis anos e meio de idade até aos dezoito, numa escola do Grande Porto, Portugal. Contabilizei quase 300 000 caracteres.
Através duma simples frase, que toda a população testada escrevia, repetidamente, numa folha A4, sem linhas, durante um minuto, consegui os dados estatísticos, simplificados no gráfico acima, que traduzem o desenvolvimento da habilidade motora do aluno, associada ao aspecto intelectivo.
Tudo partiu do meu interesse em conhecer o desempenho dos alunos a nível de velocidade da escrita, ao longo da sua escolaridade. Constatei que há uma evolução contínua: partindo de uma média de 50 letras por minuto no 1º ano, até atingir cerca de 180 no último.
Temos agora uma tabela, mesmo que provisoriamente aferida, serve para avaliar a rapidez ou a lentidão da escrita dos alunos portugueses. É mais um instrumento colocado à disposição dos próprios, dos pais e dos educadores para a detecção do insucesso e das suas causas. Se o aluno, dum ano para o outro, reduz a velocidade, em vez de aumentá-la, algo se passa com ele. Se os seus pares conseguem fazer 100 letras e ele apenas 50, há que reflectir sobre esse facto.
No gráfico constam, simultaneamente, as médias dos dois sexos, mas como verifiquei uma certa divergência de valores entre estes, dar-lhes-ei um tratamento diferenciado.
Uma exposição mais pormenorizada sobre o método adoptado e sobre as conclusões a retirar será objecto duma posterior divulgação em formato papel ou digital.

03/06/09

Assinatura de Paulo Rangel

Paulo Artur dos Santos Castro de Campos Rangel, professor universitário e jurisconsulto, licenciado em direito, 41 anos, cabeça de lista pelo Partido Social Democrata às eleições para o Parlamento Europeu 2009, assina o cartaz publicitário onde está escrito Pelo interesse nacional eu assino por baixo.
O nome duma pessoa serve para distingui-la de outras. Em Portugal, normalmente, o nome é constituído por três ou quatro termos e Paulo Rangel tem oito, o que revela algum significado familiar.
Paulo Rangel assina, de modo bem legível, com o primeiro nome e com o último apelido. Outras três assinaturas, que pude verificar, feitas por ele, no Registo de Interesses da Assembleia da República, em 2005, são ilegíveis, todas diferentes, com mais ângulos e terminadas com um ponto. No cartaz, para os eleitores, Rangel tornou-se mais claro e sublinhou o apelido. Existe apenas um ângulo na primeira letra de Rangel. Predomina a ligação, apesar do P de Paulo estar bem separado. A inclinação é para a frente e num grau moderado. Apresenta bom espaço entre letras.
Paulo Rangel atribui igual importância à vida social e pessoal. Tem mais tendência para a síntese do que para a análise, não se perdendo com pormenores. Revela frontalidade, sem grande agressividade. Prefere uma certa distanciação, apesar da sua audácia e ambição.
Sincero e orgulhoso, prudente e desconfiado, tem desejo de reconhecimento e confiança em si próprio, sendo capaz de autocontrolar os seus próprios instintos.
Extroversão, generosidade e frontalidade são outros atributos que se juntam à sua grande ambição.
Observação
A comparação com outros textos e outras assinaturas, certamente, forneceria preciosos elementos para uma elaboração mais concreta e pormenorizada do perfil do candidato.
Porém, deixo aqui apenas um cheirinho algo generalizado da sua personalidade, mas com algumas conclusões interessantes.
Se a moda das assinaturas nos cartazes pegar, nestas ou nas próximas eleições, vou, com certeza, ter mais que fazer.

06/05/09

Assinatura de Vital Moreira


José Maria Martins Vital Moreira, casado, dois filhos, 64 anos, doutor em Ciências Jurídico-Políticas, candidato independente e cabeça de lista às eleições europeias de 2009 pelo Partido Socialista Português.
A assinatura apresentada está a autenticar o slogan Nós, Europeus, num cartaz da campanha do Partido Socialista Português. No mesmo cartaz constam a fotografia do candidato e dois apelidos.
A assinatura não aparece inocentemente no cartaz e, mais ainda, por se tratar dum candidato que conhece muito bem o valor social e jurídico das assinaturas.
Os grafólogos das diferentes escolas são unânimes em reconhecer que a assinatura revela a realidade íntima, a auto-imagem, o eu ideal e as aspirações pessoais. Ou seja é a fotografia do escrevente, como este gosta de se ver e como deseja que o vejam.
Entre os aspectos gráficos da assinatura de Vital Moreira observadas sobressaem grinaldas e hiper-ligação aneladas na zona média, o t buclado, ausência de angulosidades e dos seus nomes próprios, horizontal, ligeira inclinação para a direita, gladiolada, ilegibilidade, espaçada entre letras,letra inicial maiúscula curva, desligada e aparatosa, traço sobre o nome e traço final acerado.
Psicologicamente, estes aspectos denotam um discurso lógico, orgulho familiar, importância dos contactos humanos, reserva, independência, aceitação do papel social, maturidade, flexibilidade, conciliação, gentileza, diplomacia, altruísmo, savoir faire e astúcia.

26/04/09

Sinais de velocidade na escrita do Manuel

Os dois grupos de frases que o Manuel (criança com a idade de 8 anos e 9 meses) fez à velocidade normal e à velocidade máxima apresentam algumas diferenças.
Lembro que durante um minuto, à velocidade normal, o Manuel fez 72 letras e, durante um segundo minuto, à velocidade máxima, fez 85 letras. São 13 letras de diferença, o que não é nada pouco para uma criança do 3º ano de escolaridade.
Os grandes traços horizontais que aparecem na folha foram feitos pela criança e servem para separar as frases redigidas à velocidade normal ( as primeiras) das que foram escritas com a máxima rapidez (as segundas).
Abaixo, apresento dez características que diferenciam uma escrita da outra e que vão assinaladas com os algarismos correspondentes. Num adulto, provavelmente, apareceriam outros sinais de velocidade. A criança, ainda numa fase de aprendizagem da escrita, não possui as ferramentas necessárias para personalizar a sua escrita.


Assim, na escrita mais rápida destacam-se as seguintes características que não se observam na escrita menos rápida:
1. Apareceram mais anelamentos nas letras n e u;
2. Alguns ovais tornaram-se mais largos do que altos;
3. Certas letras da zonas superior e média ganharam maior angulosidade;
4. Surgiu um retoque no s da palavra são;
5.
A dimensão deixou ser tão uniforme;
6. A pinta do i alongou-se;
7. Os sinais de pontuação ganharam maior volume;
8. O til avançou um pouco para a direita;
9. A distância entre palavras aumentou;
10. As linhas de base ficaram mais espaçadas.

21/04/09

A velocidade da escrita do Manuel

Manuel (nome fictício) tem actualmente 9 anos e 6 meses. Frequenta o 4º ano numa escola oficial, é destro, vive numa cidade do norte de Portugal com os pais e um irmão de dois anos e meio. De entre os alunos (cerca de 2 500) que fazem parte do meu estudo, no que respeita a velocidade da escrita, Manuel é aquele que sigo mais de perto. Desde o início da escolaridade obrigatória já lhe administrei uma dúzia de testes. O teste consiste numa frase, sempre igual, que, durante um minuto, é escrita o maior número de vezes possível.
Os oito exemplos aqui apresentados vão desde a fase inicial da aprendizagem, até ao momento presente.

1.º teste – 6 anos e 6 meses, 1.º ano
Comecei por lhe solicitar que escrevesse a frase As nossas palavras são como um cristal, que eu lhe registara antes no cimo duma folha A4, sem linhas. Num primeiro minuto, pedi-lhe, simplesmente, que escrevesse a frase com o lápis preto (instrumento que ele utiliza). Passados cinco minutos, solicitei que voltasse a escrevê-la o mais depressa possível e quando acabasse de copiar a frase voltasse a escrevê-la novamente até que eu o mandasse parar. O Manuel completou apenas uma frase, tal como aconteceu à velocidade normal, escrevendo de cada vez 32 letras.
São as letras que ainda funcionam como unidade gráfica e não a palavra. Elas apresentam-se isoladas, grandes e imprecisas, devido às dificuldades grafomotoras. O espaço, a direcção e a forma das letras e das palavras apresentam irregularidades.
2.º teste ­– 7 anos e 2 meses, 2.º ano


Escolheu uma esferográfica azul. A escrita tornou-se mais pequena, a ligação entre letras melhorou e verificaram-se já menos torções e maior flexibilidade no traçado. A rapidez aumentou consideravelmente. O maior salto deu-se na transição do 1.º para o 2.º ano. Conseguiu fazer 60 letras. O Manuel tem agora um irmãozinho com três meses.
3.º teste – 7 anos e 6 meses 2.º ano


Voltou a escolher a esferográfica azul. Aparecem formas angulares, ligações imprecisas e linha descendente. O Manuel, depois de ter feito o teste à velocidade normal (administro sempre este tipo de teste como termo de comparação), no teste de velocidade, devido à preocupação, aumentou o tamanho das letras. O resultado foi ter conseguido fazer apenas 66 letras. À velocidade normal fizera 65.
4.º teste – 7anos e 11 meses 2.º ano

Desta vez escolheu o lápis preto. Nota-se uma tentativa de personalização nas ligações, especialmente na ligação do c ao r, na palavra cristal. Além do teste à velocidade normal, realizou mais dois testes à velocidade máxima, intervalados de 5 minutos. No primeiro teste mais veloz fez 71 letras e no segundo, 73. Estes números demonstram uma certa constância e objectividade dos resultados conseguidos neste género da escrita.
5.º teste – 8 anos e 2 meses, 3.º ano


Escreve com esferográfica azul. A pressão é mais leve do que costuma ser. As pernas do p são bastante curtas. A professora queixa-se à mãe do Manuel dizendo que o seu filho causa alguma instabilidade na turma e que não está a desenvolver totalmente as suas capacidades. De qualquer modo subiu a parada para 83 letras.
6.º teste – 8 anos e 9 meses, 3.º ano
Escreve com esferográfica azul. As linhas apresentam ondulações e a haste do l perdeu a curvatura e tornou-se angular. Nestes últimos sete meses foi quando se verificou o menor crescimento: conseguiu fazer 85 letras.
7.º teste – 9 anos e 2 meses, 4.º ano

Na escrita à velocidade normal quis escrever com lápis e à velocidade máxima escreveu com esferográfica azul. As letras estão muito juntas e as hastes inclinam-se para a esquerda. O Manuel consegue escrever a frase inteira em apenas 2/3 da linha imaginária. No início da aprendizagem a frase mal cabia na linha. Fez exactamente 100 letras.
8.º teste – 9 anos e 6 meses, 4-º ano


Escreveu com esferográfica preta. Estava ainda no rescaldo duma gripe. A mãe diz que o filho tem medo de errar na escola e em casa, apesar de muitas vezes saber as respostas. As hastes mantêm-se inclinadas para trás. Desta vez conseguiu o recorde de 108 letras por minuto.
Para sabermos se a velocidade da escrita desta criança se situa na média, abaixo ou acima da média seria necessário comparar os dados com uma tabela aferida para a população portuguesa.

Pode concluir-se que

  • Uma velocidade equilibrada será sinal de desenvoltura, inteligência e boa capacidade de comunicação, características reveladas por este aluno.

  • Este género da escrita (a velocidade) torna-se, com certeza, mais uma peça do puzzle para reconstituir a multifacetada personalidade humana.

02/04/09

Letra de médico

Recorte duma receita oficial do Ministério da Saúde
Quem decifra esta escrita? Porquê tamanha ilegibilidade?
Pressa em despachar o cliente/doente? Secretismo ritualista profissional?
O farmacêutico que aviou esta receita - com largos anos de experiência e familiarizado com a expressão gráfica deste clínico -, em vez de se dirigir, de imediato, à prateleira buscar o produto receitado, perguntou ao doente para que servia o medicamento, a fim de descobrir o que o médico lhe teria prescrito. Quando o famacêutico soube que os comprimidos eram para ser tomados um por semana, lá conseguiu aviar receita. Mas o cliente interrogou-se, interiormente, a si próprio: "E se o farmacêutico não quisesse fazer figura de ignorante e se metesse a adivinhar"?
Em casos, como este, de "disgrafia", seria melhor utilizar caracteres tipográficos.
O próprio dicionário define letra de médico como aquela "que é muito difícil de ler, de decifrar".
Felizmente, situações como esta, hoje em dia, são cada vez mais raras, especialmente, entre os elementos mais jovens da classe médica.




12/03/09

Congresso de Grafologia

Momento animado, durante a intervenção das representantes dos USA
A Associação Grafológica Italiana (AGI), em colaboração com o Instituto Grafológico G. Moretti e com o patrocínio da Presidência da República e do Conselho de Ministros de Itália, realizou-se, nos dias 6, 7 e 8 de Março, no Palácio do Congressos de Florença, o 4º Congresso Internacional de Grafologia. O tema foi “Os jovens e a grafologia. Os motivos de um encontro”. O principal objectivo foi o debate entre especialistas de áreas científicas, como psicologia, pedagogia, neurologia, sociologia, filosofia, criminologia, recursos humanos, com os expoentes máximos das escolas de grafologia italianas e estrangeiras. E uma reflexão sobre o estado actual da grafologia, como ciência e como profissão.
Centenas de participantes tiveram a oportunidade de optar pelas línguas italiana, francesa ou inglesa, com tradução simultânea. Entre os representantes estrangeiros, estiveram presentes delegações de associações grafológicas dos Estados Unidos da América, de Israel, de França, de Inglaterra, da Bélgica, da Alemanha, de Espanha, do Brasil e, de Portugal, o autor desta página, a título individual.
O rigor da metodologia seguida proporcionou intervenções e debates muito enriquecedores. Por diversos oradores foram apresentadas pesquisas grafológicas, com a finalidade de contribuir para um melhor conhecimento da evolução da personalidade, das suas atitudes e potencialidades.
O intenso trabalho destes três dias consta no livro das actas do congresso, com 464 páginas, distribuído a todos os congressistas, em suporte papel e digital.
Clique neste endereço seguir um video do congresso:
Pensamentos dos oradores
  • Pode também aprender-se com a experiência, porém, nem todas as experiências são, por si próprias, educativas e formativas (Renato D. Di Nubila, prof. de Metodologia da Formação da Universidade de Pádua).
  • A grafologia é um instrumento de promoção humana (Lucilla Tonucci, psicoterapeuta, grafóloga e reeducadora).
  • Os desenhos das crianças e os seus testes gráficos contam histórias que não podem ser contadas por palavras (Dafna Yalon, grafóloga israelita).
  • A maior parte dos indivíduos disléxicos são também disgráficos, o inverso não é necessariamente verdadeiro (Lorenzo Lorusso, neurologista).
  • Mediante a expressão gráfica, a criança exprime o seu muno interior: emoções, vivências, afectos, motivações e avaliações ( Laura E. Prino, profª da Universidade de Turim).
  • Com a automatização do gesto, a escrita torna-se uma expressão espontânea, inconsciente, ... (Rosa Casilli).
  • As atitudes dos adultos são, portanto, muito importantes para os adolescentes que têm necessidade de destacar-se da imagem dos pais e ao mesmo tempo continuarem a reconhecer-se neles (Fiorella Monti, profª de Psicologia Dinâmica, da Universidade de Bolonha).
  • Através duma sequência de escritas "lindas" e "feias", a autora colocou em evidência a construção do sentido ético na adolescência ( Elena Manetti, grafóloga e presidente da Arigraf de Milão).
  • Na idade da puberdade, a maior parte das escritas das meninas (testadas) mostra uma tendência para a ordem como mecanismo de defesa (Sulamith Samuleit, grafóloga, investigadora da idade evolutiva, de Berlim).
  • A análise grafológica permite-nos definir com particular nitidez a ligação peculiar estabelecida entre dois (fenómeno do bulismo: vítima e agressor jovens) e as motivações profundas que produziram, em certo momento, a mudança no tipo de relações (Silvia Lazzari, psicoterapeuta, grafóloga e docente da Escola Superior de Grafologia Morettiana "Lamberto Torbidoni", Urbino).
  • É seguramente desejável que a grafologia possa entrar, com pleno direito, no contexto (educativo) das disciplinas oficiais (psicologia e pedagogia) ( Fiamma Bacher, directora escolar, grafoterapeuta, AGIF, Roma).
  • A grafologia pode ajudar os jovens a reconhecer as capacidades e pontencialidades a desenvolver, a orientá-los, de maneira consciente, na escolha dos estudos a prosseguir a nível dos ensinos secundário e superior ( Vicenza De Petrillo, professora, grafóloga).
  • A escrita, como faculdade de expressão, tem, atrás de si, uma história, um percurso que regista a evolução da pessoa, através da aquisição dum gesto pessoal e único (Francesca Bruscia).
  • O sinal que melhor releva a dificuldade de formar e de definir uma identidade própria é a desordem gráfica (Antonello Pizzi).
  • Vista numa perspectiva longitudinal, de facto, a grafia reflecte, de modo surpreendente, as variações evolutivas e, por vezes, regressivas, decorridas, constatáveis e visualizáveis, como numa espécie de filme (Paola Zanni).
  • A nível de auto-ajuda psicológica, a autobiografia desenvolve indubitáveis funções auto-lenitivas, terapêuticas e catárticas (Duccio Demetrio, professor de filosofia da educação, teoria e prática autobiográficas, da Universidade "Bicocca", Milão).
  • A escrita ajuda a decifrar o silêncio, a voz, o grito e a música da vida emocional (Ilda Mori e Maria Guida Toni, grafólogas, Instituto Toscano de Ciências Grafológicas, Florença).
  • A relação de uma geração com a nova reflecte sempre a relação consumada com a geração passada (Rocco Quaglia, professor de psicologia dinâmica, Universidade de Turim).
  • O teste das ondas e do céu estrelado (SWT) e a análise grafológica podem ser utilizados para compreender as crianças dos pontos de vista holístico, físico, social e mental (Patrícia Siegel, presidente da Sociedade Americana de Grafólogos Profissionais, Nova York; Martha Cohen, professora de pedagogia, da Universidade de Adelfos, Nova YorK).
  • A página, que é espaço de relações entre letras, entre palavras e entre linhas, torna-se espaço onde viver as relações com os outros (Anna Rita Guaitoli, grafóloga, Arigraf).
  • A formação escolar e a grafologia podem actuar sobre a construção da própria consciência e sobre a consolidação das motivações (M. Giovanna Mazzoni).
  • Os grafólogos devem fazer tudo para ocupar novamente um lugar central e bem visível no mercado de trabalho (Marie Thérèse Christians, grafóloga, secretária geral da ADEG, Bruxelas).
  • Sabemos que através da grafologia é possível individualizar as atitudes e as motivações profundas que estão na base da escolha escolar ou profissional (Alexandra Millevolte, grafóloga, docente de mestrado em consultoria grafológica pericial-judiciária e profissional, na Universidade de Urbino).
  • Através da análise da escrita, dentro das qualidades de empreendedor, obteremos, entre outras, indicações sobre propensão para o risco, capacidade de adaptação, capacidade organizativa e nível de autonomia ( Barbara Marconi, economista, grafóloga, vice-presidente da AGI).
  • A grafologia representa um modo de conhecer o indivíduo para lá do comportamento visível, permitindo, assim, captar a sua originalidade (Amparo Botella, presidente do Círculo Hispânico Francês de Grafologia, Madrid).
  • No processo de autoconhecimento do sujeito, a grafologia é o instrumento de suporte ideal, porque é discreto, profundo, orientado para a descoberta dos recursos, não é invasor e é personalizado (Carlo Merletti, grafólogo, docente da Escola Superior de Grafologia Morettiana "Lamberto Torbidoni", Urbino).
  • A organização deste 4º Congresso Internacional e a temática que foi dedicado demonstram uma elevada autoconsciência da AGI, na maneira de estar na mudança e de saber ligar, de modo avançado, os seus diversos eixos (Francesco Consoli, docente de Sociologia das Profissões, Universidade "La Sapienza", Roma).
  • O grafólogo encontra-se numa posição privilegiada para encorajar os próprios clientes a desenvolverem a compreensão das diferenças individuais (Nigel Bradley, estudioso de grafologia, docente de Marketing, Universidade de Westminster, Londres).
  • É essencial modificar a imagem que se tem da grafologia, expandindo o contexto e as potencialidades (Manuela Rita Paleo).
  • Em testes comparativos entre raparigas e rapazes dos 13 aos 18 anos, dos anos 70/80 e de hoje, as autoras concluíram que, actualmente, os jovens têm maior maturidade, socialização e adaptação, mas menor autonomia e motivação (Aline Verbist e Edith Hause).